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Saiba como explorar a gestão do Conhecimento

  • osentinelagp
  • 9 de nov. de 2021
  • 3 min de leitura

Conheça os tipos de conhecimento e os caminhos para localizar e extrair o melhor dos seus talentos numa estratégia assertiva.

O ser humano desde há muito tempo já percebeu a importância e o benefício em observar e registrar informações. Sendo assim, capaz de comunicar fatos e repassar o conhecimento adquirido a outros interessados, seja nos registros em cavernas, nos manuscritos dos impérios chineses, egípcios e outros tantos, como exemplos da sua relevância em nossa história. De lá até a atualidade, quem tem o conhecimento e tecnologia, detém “certo” poder de influência e reconhecimento por se destacar sobre os demais.


A vantagem em registrar o “como fazer” é de compartilhar o conhecimento e replicar a assertividade numa operação organizacional, na produção, na qualidade e com isso reduzir o risco de desvios indesejados e melhorar continuamente. Um ponto de partida é ter plena consciência e entendimento sobre a diferença entre Conhecimento e Sabedoria. Perceba isto nesta frase de Charliton Albert:

“Conhecimento é saber que tomate é uma fruta, e sabedoria é saber que não se deve usar um tomate em uma salada de frutas.”

Para aproveitarmos os benefícios da Gestão do Conhecimento devemos ver a organização como um sistema dinâmico e volátil, pois o foco será direcionado às pessoas, na integração das informações, nos processos e em sua governança. Lembre-se de tirar proveito da diversidade dos grupos e oportunidades das situações. Considere a citação de Nonaka e Takeuchi sobre o que é a gestão do conhecimento:

“É a capacidade de uma empresa em criar novo conhecimento, difundi-lo na organização como um todo e incorporá-lo aos seus produtos, serviços e sistemas.”

Ciclo do conhecimento


Num modelo sequencial, podemos resumir o ciclo em 4 momentos para o conhecimento, sendo eles:

  1. Captar: é o momento em que recebemos alguma informação

  2. Reter: é quando internalizamos o conteúdo apresentado

  3. Desenvolver: é quando conseguimos pensar e explorar o conteúdo

  4. Compartilhar: é a habilidade de repassar o seu entendimento


Tipos de conhecimento


Quando estudamos os tipos de conhecimento, inicialmente partimos em duas frentes, sendo o Explícito e o Tácito. Imagine um iceberg, a ponta acima do nível do mar é uma pequena fração do todo, certo? Então diria que representa 10% e este chamaremos de Explícito, pois são dados, informações e documentos. Agora na ponta abaixo do nível, encontramos os demais 90% do todo e este chamaremos de Tácito, pois são experiências, pensamentos e competências. Porém, também podemos seguir em outra linha de análise, como categorias. Assim teremos a definição de 4 tipos de conhecimento:

  1. Empírico: Surge quando há interação e observação do ser humano com o ambiente ao seu redor

  2. Científico: Utiliza a lógica e o pensamento crítico, considerando os fatos comprovados da situação

  3. Filosófico: Sustentado pelas reflexões que faz acerca das questões imateriais e subjetivas

  4. Religioso: Baseado na fé religiosa, pois acredita que esta é a verdade absoluta


Reconhecer a importância


Um primeiro passo é saber que a ausência da gestão do conhecimento pode gerar expectativas frustradas, perda de boas ideias, falhas constantes, pessoas desmotivadas, além das revoltas e perdas de talentos aos concorrentes. Então, para assegurar o progresso, a satisfação e engajamento, devemos acreditar no potencial do capital humano e reagir rapidamente quando identificar tais características de ausência, pois esta ação é essencial para manter o equilíbrio da organização. Para tal, executamos planos de ação que consistem em mapear, identificar e priorizar ações conjuntas numa estratégia de reversão.


Plano de gestão do conhecimento


Partiremos pela definição de onde podem estar os conhecimentos mais críticos na organização, seguindo na coleta de dados e informações, na pesquisa e identificação da maturidade dos envolvidos e no teste de conceito para identificar a sustentabilidade do aproveitamento e repasse dos conhecimentos. Seguindo as etapas do plano conforme resumo na Figura 1, considere a implantação do plano como um projeto, ou seja, faça o planejamento e a execução de forma controlada e, ao final, avalie os resultados. Se necessário, inicie ciclos de criticar, redesenhar, testar e implantar. Assim, atingirá a melhoria contínua de forma sustentável devido estar presente nesta nova cultura organizacional.

O plano consiste em 4 etapas, sendo: diagnóstico, planejamento, desenvolvimento e implantação, onde descreve os conteúdos de cada componente do plano.
Figura 1 - Etapas do Plano de Implantação

Resumindo


O ambiente é essencial quando falamos em gestão do conhecimento, pois nele estão o histórico, o perfil, as influências e sua cultura. Faça o alinhamento na gestão nomeando um agente facilitador à integração entre a organização que precisa de apoio e no conhecimento que oferece tal apoio. Implantar um centro de gestão do conhecimento é uma excelente opção, pois recebe os conteúdos, incorpora na organização, localiza os recursos, identifica o potencial, promove a integração e processa os mais relevantes. Além ser um repositório de conhecimento organizacional, também existe a possibilidade de expandir isso para uma universidade de formação corporativa, onde seguramente, com esta política, a retenção dos talentos será visivelmente percebida por todos devido a oportunidade proporcionada. Acredite no desenvolvimento da sua equipe!



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Sucesso e tudo de bom!


Escrito por: Marcelo Marin, PMP, Green Belt


Blog do O Sentinela GP - Em 09/nov/2021


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